Como cuidar do caminhão parado durante a quarentena

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Com a quarentena, o caminhoneiro fica, por diversas vezes, com seu caminhão parado. Entretanto, é uma situação que exige atenção e cautela, pois pode acarretar diversos problemas futuros ao próprio veículo, ao motorista e às cargas que serão transportadas.

A manutenção do caminhão é o item primordial, mas existem outros pontos a serem analisados. Segue abaixo uma lista com algumas questões imprescindíveis para manter o funcionamento de sua máquina perfeito!

Manter o tanque cheio

Evitando o acúmulo de água e sua condensação dentro do reservatório, é recomendado que o motorista de caminhão mantenha o tanque cheio mesmo que não esteja em movimento. O recomendado é que, pelo menos, cerca de 70% até 75% esteja completo.

Checar os reservatórios

É preciso verificar a situação dos reservatórios e do acúmulo de água no sistema.

Checar a bateria

A tensão da bateria é um fator importantíssimo para que o caminhão não tenha problemas. Uma falha pode causar diversos acidentes no futuro. É preciso que seja avaliada, pelo menos, a cada três semanas, e sempre ser recarregada quando necessário.

Revisar o veículo

Antes de voltar a funcionar, é importante levar o caminhão para uma revisão geral, garantindo que tudo esteja em seu melhor funcionamento. O que irá promover a segurança do caminhoneiro e da sua carga.

Óleo vencido

O lubrificante trabalha na parte do motor, impedindo o atrito entre peças e aumentando a vida útil do caminhão. O caminhoneiro deve atentar-se ao óleo deixado no veículo, principalmente quando esteve parado neste período de quarentena. O óleo vencido pode fazer com que as engrenagens sejam prejudicadas e o motor, por sua vez, também.

Limpar o interior do veículo

Atentar-se à limpeza das peças e do caminhão como um todo é importante. Isso garante menos problemas futuros no funcionamento e aparência do veículo.

Ter alguns cuidados com o caminhão parado há muito tempo é primordial, mesmo que o motorista esteja sem serviço, em um contexto de pandemia.

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