Mulher caminhoneira: conheça o seu dia a dia

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Hoje, existem muitas mulheres caminhoneiras que ocupam um espaço predominantemente masculino, quebrando paradigmas e mostrando que é possível ter uma presença feminina forte na estrada. Em um ambiente rodeado de estereótipos machistas, algumas figuras ganham seu espaço rompendo com o senso comum da profissão. Alguns exemplos são a caminhoneira Aline Ouriques, Sheila Bellaver e a famosa “Loira na Estrada“. Elas conquistaram um espaço dentro das redes sociais ao retratarem suas próprias rotinas. 

Aline Ouriques (@alineouriquesss) transporta grãos pelo sul e sudeste do país. Ela contou em entrevista que aprendeu a dirigir caminhão com o auxílio de seu pai, aos 16 anos, e que considera sua profissão a paixão da sua vida. Sabendo dos riscos, já declarou nas suas redes que só realiza as viagens durante o dia porque considera perigoso à noite. Mas confessa que não se descuida no quesito de aparência, conseguindo manter uma rotina de beleza e treinos mesmo com a correria das estradas.

Aline Ouriques | Reprodução Instagram

Sheila caminhoneira (@sheila_bellaver_sb) mostra sua vida dentro do seu canal no YouTube, que tem mais de 1 milhão de seguidores. Como foi dito em um artigo, o nome Bellaver veio de uma empresa pela qual trabalhou por muitos anos, mas deixou-a pela vontade de empreender. Ela trabalha com frigoríficos e conta que é muito corrido, além de levar frutas e verduras para o CEASA  em São Paulo.

Sheila Bellaver | Imagem retirada do blog SUPERBID

Carolina Ortega, a Loira na Estrada, como é seu nome no Instagram, conta toda sua história e trajetória de viagem em seu canal do YouTube, que já tem mais de 300 mil inscritos. É comum que mulheres que sigam a mesma profissão divulguem sua rotina na Internet para encorajar outras mulheres, contribuindo para que o preconceito diminua. Um outro exemplo é a caminhoneira Daiane Cardoso.

Loira na Estrada | Imagem retirada do Instagram.


Daiane (Instagram: @daianecristinamirandacardoso), motorista de rodotrem, participou de uma entrevista no podcast BoléiaCast, no episódio História de caminhoneiro 1, quando contou um pouco do seu dia a dia na estrada. Ela disse que, mesmo “velha” (até então com 32 anos), ainda sofre assédio. É um problema enfrentado por muitas, mas todas revelam lidarem bem com a situação, o que significa escolher regiões e horários seguros para trabalharem.

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